quarta-feira, novembro 1

"Less is More" - será mesmo?

Are you lucky if you live in a high-use region? Not necessarily. Landmark studies by Fisher showed that high use did not mean better quality of care and outcomes. In fact, for many measures, quality and outcomes were best in the low-use areas and worst in the high-use areas. The less, the better.

Fisher and Wennberg suggest that the rates of use of health-care procedures and treatments should, indeed, vary a lot, but not according to where you live. Rather, variation should reflect the preferences of patients ("Would you rather wait a bit to see if your back pain gets better, Mr. Smith, or try surgery now?") instead of the local habits of doctors or, worse, the local supply of specialists. When patients are actually invited to participate in decisions about their care—"shared decision-making"—both costs and rates of use of expensive, invasive procedures tend to fall, and outcomes and satisfaction improve. The Dartmouth team calls this "preference-sensitive care," and it thinks health care driven by necessity rather than supply could be both more responsive to our needs and, overall, far less costly.

by Donald M. Berwick, in Newsweek

malta com binóculos

  • Acho importante referir que a frase de faz de título é geral mas erradamente atribuída a Mies van der Rohe, e que resume de uma forma fantástica o conceito do minimalismo, do qual o professor da Bauhaus era simpatizante.

    By Blogger JP, at 8:58 da tarde  

  • A frase foi popularizada pelo Mies van der Rohe (e muito aplicada na descrição do minimalismo - e não apenas do arquitectóncio), mas efectivamente, nao é da autoria dele. Raptou-a a um poema do Robert Browning:

    http://www.sparknotes.com/poetry/browning/section10.rhtml

    A personagem do poema (o pintor renascentista Andrea Sarto) usa o aforismo para se referir à esposa, pela qual abandonou um importante e bem renumerado trabalho artístico. É também do mesmo poema os não menos famosos versos:

    ' Oh, but a man's reach should exceed his grasp / or what's a heaven for? '

    É o mesmo Robert Browning protagonista de uma idílica história de amor com a poetisa Elizabeth Barrett, a autora dos Sonnets from the Portuguese (uma crónica da referida história de amor, que foram, obviamente, escritos em inglês).

    By Anonymous c., at 9:55 da tarde  

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