Um Papa sem medo
O Papa Bento XVI não teve receio de dizer o que lhe ia na alma. Ao afirmar que o fundamentalismo religioso e a defesa da Fé pela violência são irracionais, Bento XVI pode ter marcado o início de um novo tempo.Enquanto neste momento se afronta a posição religiosa dos radicais islâmicos com argumentação política, a entrada em campo de Bento XVI poderá juntar a esta linha o argumento religioso. Deste modo, um número muito maior de pessoas conseguirá ver o problema actual sobre um diferente prisma. Visto a argumentação política partir sempre muito enviesada, talvez a análise sob o ponto de vista da fé possa trazer novas orientações.

malta com binóculos
Também concordo com o Papa. Acho até que este argumento já devia ter vindo mais cedo. A grande verdade é que o radicalismo e a violência fazem parte da doutrina muçulmana extremista e não há como negar isso. Não acho que estes comentários visassem toda a religião muçulmana, mas sim os terroristas, ao contrário do que certos governos querem fazer parecer.
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peixe, at 1:52 da tarde
Mas não é o facto de que a violência esteja presente ou não no extremismo musulmano que esta em causa. O problema é que o Papa fez uma alusão clara ao Islão como religião com tendência para a violência. Não sei se isso sera bem aassim...
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Hexagonista, at 1:23 da manhã
ainda n tive tempo de contextualizar as palavras concretas do papa bento mas daquilo que já li sobre o assunto não me parece que a comparação a que Bento recorre seja mt feliz. pareceme que vai ser mais um argumento de motivação para novas situaçoes extremistas, veremos se os grupos radicais serao tao teoricos como se espera...
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Anónimo, at 1:47 da manhã
O texto completo pode ser lido aqui:
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2006/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20060912_university-regensburg_en.html
Ainda não li tudo mas parece-me que o hexagonista tem razão quanto ao contexto. Quanto ao resto não concordo muito. O Al-Corão faz referências claras à guerra como meio para a conversão de infiéis. E tal coisa foi levada à letra, dado que a maioria dos teritórios que hoje são considerados árabes foram conquistados pela força.
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Tiago Alves, at 2:01 da tarde
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