terça-feira, junho 6

Abordagens alternativas

Em texto hoje publicado no DN (O preço certo, na secção Economia), Carlos Lourenço debruça-se sobre a relação consumidor-preço, utilizando como mote o concurso televisivo que já serviu de inspiração ao artigo de Miguel Noronha, na Dia D de há umas semanas (O preço (in) certo).

Apesar da coincidência nos títulos, os raciocínios divergem bastante. Enquanto o Miguel Noronha aposta na avaliação subjectiva dos produtos (e consequentemente na valorização e atribuição de preços) o Carlos Lourenço aponta as diferentes motivações para poupar como a razão para um melhor ou pior conhecimento da distribuição dos preços, nomeadamente a sua média.

Duas abordagens alternativas para explicar o mesmo fenómeno sem que nenhuma delas possa, à partida, ser classificada como errada. Provavelmente, a solução será uma mistura das duas. Uma função da política seguida pelos organizadores (na definição do preço certo - média dos preços praticados ou escolha aleatória de uma superfície comercial, quiçá a patrocinadora) e, não menos importante, das expectativas dos concorrentes em relação à política seguida. Quando estas duas variáveis se cruzarem, então poderemos chegar ao preço certo.

malta com binóculos

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