quinta-feira, maio 18

O código do medo (II)

A Igreja podia ter tentado seguir a estratégia do carmelengo, em Anjos e Demónios, que ressuscitou um velho e temido inimigo cristão (no caso, os Illuminati) para unir os fiéis e os motivar para a defesa da crença e para o regresso a uma vida religiosa activa. Assumia-se depois como a líder do movimento de contra-ofensiva cristã, a portadora da palavra de esperança. Talvez até desse para simular um milagre, em directo para as câmaras, como fez a personagem do livro. Fica a ideia.

malta com binóculos

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