quarta-feira, abril 12

A morte do CPE e o pai-Estado

A nova lei reforça dispositivos que encorajam a contratação de jovens em dificuldade, nomeadamente os sem qualificações ou originários de zonas degradadas. De acordo com as estimativas governamentais, custará 150 milhões de euros ao Estado em 2006 e 300 milhões em 2007
na SIC on line
----------------------------------------------------------------------------------

Substitui-se a lei que incentivava os jovens a confiarem mais no seu trabalho, esforço e mérito e menos no pai-Estado por um pacote de subsídios que os faz acreditar de novo que vale a pena dormir e esperar pela mesada. Uma mesada não paga directamente pelo pai-Estado mas pelas empresas, que agora funcionam como intermediárias.

Aqui, sim, muda-se para pior. Além de viciar os jovens na mesada, viciam-se as empresas, que perdem incentivos para procurar os melhores ou os mais produtivos. Afinal, os salários que lhes vão pagar não sairão do seu bolso.

malta com binóculos

Enviar um comentário

<< Home