quarta-feira, fevereiro 22

Second Round


Hoje, pelas 11h00 da manhã, travou-se, no local habitual, a batalha que deu início à Segunda Guerra Guimarães-Barreiro. Sangue, muito sangue, é o que se espera deste confronto.

Para quem não sabe ou não se lembra, a Primeira Guerra, no semestre passado, começou com um avanço quase imparável das tropas do general Guimarães pelas ruas da cidade vermelha. As batalhas de Kafka e Fonda, duas importantes jogadas, foram tidas como um quase certo prenúncio de derrota para as hostes da Margem Sul. Porém, nas decisivas batalhas das "Pessoas Difíceis" (que por pouco não foi perdida por falta de comparência) e, principalmente, no derradeiro confronto, em pleno A14, durante o exame final, as valentes tropas do Barreiro lograram levar a melhor, após 18,1 investidas brutais, que acabaram com a resistência vimaranense.

Há cerca de dois dias, quiçá já preparando o terreno para a guerra que se avizinhava, o general Guimarães, num encontro casual com o general Alves, confessou-lhe o terror que o invadiu enquanto via as suas defesas, apelidadas de critérios de correcção, serem destruídas impiedosamente pelas tropas do seu adversário. Até parecia um pedido de trégua, sobretudo depois daquele aperto de mão inicial. Mas não era.

Hoje, logo no início da primeira batalha, o general Guimarães deu a entender que não estava ali para brincar. Para além de lançar avisos sobre a dureza da Guerra que se avizinhava, assegurou que, após a surpreendente derrota, espera agora "muito mais" do seu adversário, iniciando desde já o jogo psicológico, na tentativa de intimidar o general Alves. A genial dissertação sobre o esconder do verdadeiro potencial poderia estar presente no "A Arte da Guerra". Infelizmente, o seu adversário já leu o Maquiavel; e não se deixa levar pela conversa.

Embora não seja um simpatizante do Bloco nem um extremista, o general Alves sabe fazer guerra. E a motivação (quiçá negativa) que o levou, no passado, a vencer o seu opositor, deu lugar a uma cada vez maior vontade de ultrapassar os tais "limites". Porque ao contrário do que se possa pensar, as tropas barreirenses não utilizaram todo o seu arsenal. Se ele é poderoso, não se sabe ao certo. O segredo é a alma do negócio. Mas avizinham-se tempos difíceis. Para ambos.
Tiago Alves

malta com binóculos

  • Lolololol adorei (muitos pontos de exclamacao - não sei aonde é que se mete os pontos de exclamacão e os cs de cedilha na suìca)
    beijinhos

    By Anonymous anachina, at 8:13 da tarde  

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