Carnaval em números
Agora temos de esperar que a soma do [ aumento da caixa do comércio devido ao afluxo de gente aos desfiles mais mediáticos ou a receita da venda de artigos carnavalescos, o aumento da procura de hotéis no Sul e na Serra da Estrela, o aumento das viagens para o Brasil e arredores, tudo deflacionado pelo recurso ao crédito (é bom não esquecer que estamos em crise) ] mais o factor a (de alegria, aquele factor não monetário que expressa o sentimento positivo criado pelo descanso, pelo passeio, pela folia, pelo convívio, pela viagem, etc.) cubram o custo de oportunidade de não produzir.
Não quero tirar conclusões. Apenas apresento números. E os números, quando usados de forma cega, têm alcance limitado. Mas ajudam.
Nota metodológica: as contas foram, como é óbvio, feitas muitíssimo por alto. Foi numa de passar o tempo. A perda de 1 dia e meio de PIB está explicada em cima, tendo sido calculada a partir do valor fornecido pela wikipedia. Os subsídios já é mais complicado. Pesquisei no google e apontei os valores dos subsídios atribuídos por mais de três dezenas de concelhos. Fiz a média dos valores e multipliquei apenas por 150 (existem 308 concelhos) com a noção de que nem em todos há desfiles e também para corrigir (por defeito) potenciais sobrestimações dos valores.





















