Os ecopontos
Desconheço se as metas nacionais no que toca à reciclagem de resíduos urbanos está nos valores esperados. Se não estiver, procuro avançar uma pequena explicação para tal; se estiver, procuro fazer crer que os valores poderiam ser ainda melhores.
Em alguns países da UE (nomeadamente a Alemanha), cada edifício possui um de dois processos: recipientes diferenciados em cada edifício ou recolha porta-a-porta. No primeiro caso todos os condóminos utilizam o recipiente do edifício, sendo o lixo orgânico despejado todos os dias e os restantes levados ao ecoponto mais próximo quando assim é necessário (n.d.r. quando estão cheios) pelo condómino devidamente escalonado para tal. Não há mais pagamento por isso, calha a todos e raramente existem problemas. Todos sabem que contribuem para o bem comum.
O segundo caso é um pouco mais avançado e destina-se sobretudo a zonas mais isoladas ou com maior concentração de moradias e/ou edifícios de poucos andares. Os moradores celebram um acordo informal com os responsáveis pela recolha dos resíduos não orgânicos, que passam pela zona três vezes por semana, sendo cada dia para recolher um diferente tipo de resíduo (vidro, papel, plástico). Tanto moradores como equipas de recolha honram esse compromisso. É por isso que, por exemplo, numa segunda feira, vemos sacos azuis à porta de cada habitação; à quarta um saco amarelo; à sexta um saco verde. Maior eficiência, menos esforço.
Em alguns países da UE (nomeadamente a Alemanha), cada edifício possui um de dois processos: recipientes diferenciados em cada edifício ou recolha porta-a-porta. No primeiro caso todos os condóminos utilizam o recipiente do edifício, sendo o lixo orgânico despejado todos os dias e os restantes levados ao ecoponto mais próximo quando assim é necessário (n.d.r. quando estão cheios) pelo condómino devidamente escalonado para tal. Não há mais pagamento por isso, calha a todos e raramente existem problemas. Todos sabem que contribuem para o bem comum.
O segundo caso é um pouco mais avançado e destina-se sobretudo a zonas mais isoladas ou com maior concentração de moradias e/ou edifícios de poucos andares. Os moradores celebram um acordo informal com os responsáveis pela recolha dos resíduos não orgânicos, que passam pela zona três vezes por semana, sendo cada dia para recolher um diferente tipo de resíduo (vidro, papel, plástico). Tanto moradores como equipas de recolha honram esse compromisso. É por isso que, por exemplo, numa segunda feira, vemos sacos azuis à porta de cada habitação; à quarta um saco amarelo; à sexta um saco verde. Maior eficiência, menos esforço.
Tiago Alves

malta com binóculos
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