Os ecopontos II
Reconheço que em Portugal seja complicado implantar, de imediato, qualquer destes sistemas, nomeadamente o segundo. Provavelmente as equipas de recolha iriam receber vários telefonemas de cidadãos mal informados, esquecidos ou ainda encontrar os resíduos colocados à porta espalhados no chão por um qualquer engraçadinho. Porém, elaborar planos integrados de colocação dos ecopontos eram um avanço bem vindo. Todos os moradores têm de ir despejar o lixo aos contentores verdes. O problema está em separar e em levar essa separação até aos ecopontos. Assim, aliada a mais uma mega campanha "ecoponto doméstico" todos os conjuntos (amarelo-verde-azul-vermelho) deviam ser colocados junto aos contentores orgânicos. Acabava aqui a desculpa de o ecoponto estar "demasiado longe".
Além disso, era bom elaborar um estudo para apurar se não seria melhor mudar o formato dos mesmos. Penso que seria muito mais fácil para qualquer cidadão o método "saco adentro" ou seja, chegar aos conjuntos com três sacos e colocá-los, fechados, em cada um dos três recipientes. Muitos minutos se ganhariam não estando a retirar cada garrafa, cada embalagem de iogurte ou cada cartão. Se na recolha se coloca tudo no mesmo saco, literalmente, porquê criar mais este obstáculo aos cidadãos?
Além disso, era bom elaborar um estudo para apurar se não seria melhor mudar o formato dos mesmos. Penso que seria muito mais fácil para qualquer cidadão o método "saco adentro" ou seja, chegar aos conjuntos com três sacos e colocá-los, fechados, em cada um dos três recipientes. Muitos minutos se ganhariam não estando a retirar cada garrafa, cada embalagem de iogurte ou cada cartão. Se na recolha se coloca tudo no mesmo saco, literalmente, porquê criar mais este obstáculo aos cidadãos?
Tiago Alves

malta com binóculos
concordo inteiramente com a ideia. Sou sensível à questão dos separadores, ou seja, separar e juntar coisas, no lixo e na vida, análises e sínteses.
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António Ferra, at 12:19 da tarde
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