sexta-feira, setembro 16

(grande) Ordinário! - disse ele II

Já vi o resumo na SIC. Parece que não se inovou muito. O túnel pára, o túnel pára, a propaganda acaba, a propaganda acaba são as principais propostas de Carrilho para a nossa capital. Isto e insulto fácil para os adversários, além da já conhecida arrogância e desprezo pelas ideias alheias. Como disse Ricardo Costa na sua análise, Carrilho no seu melhor, tal como o conhecemos. É, ao que parece, a sua maneira de estar na política. Estranha forma de vida, este candidato.
Por seu lado, Carmona Rodrigues aguentou com a sua calma olímpica todas as baixezas do adversário apesar de ter resvalado para um nível que não é o dele em algumas ocasiões. Ponto perdido. Demonstrou algum conhecimento dos dossiês e manteve o túnel como bandeira.
O clímax final não foi assim tão empolgante como eu esperava, tendo em conta as leituras da manhã, que serviram de base à posta anterior. Mas não acho que tenha sido ponto perdido. Foi mesmo um desabafo de um homem sério e com carácter, que sabe comportar-se na e após a guerra. Carrilho sai fragilizado, além de rotulado não só de arrogante nem de ordinário, mas de
grande ordinário.
Tiago Alves

malta com binóculos

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