Eleições Alemãs
Neste artigo do DN encontramos um parágrafo muito engraçado.
Mas ainda falta uma semana para a votação. O eleitorado parece ter esquecido, repentinamente, o que foi a vida na RDA, qual é o actual estado da economia e os cinco milhões de desempregados. Até domingo, talvez a memória vire à direita, tão depressa como passou à esquerda.
É certo que tem muito de especulativo/opinativo e pouco de informativo, mas não deixa de ser verdade. O novo Partido da Esquerda alemão, qual Bloco, resulta duma união de diversas facções, entre elas os antigos comunistas da ex-RDA, e aparece na campanha representando aquela "energia alternativa" que tantos apoiantes reúne quando a classe política anda pelas ruas da amargura. Com a súbita inflexão do SPD, pode-se dar o caso de a antiga coligação de esquerda SPD/Verdes ser alargada aos novos radicais. Parece ser isso que a CDU (democratas cristãos) e os Liberais pretendem dizer aos eleitores. Porém, e segundo os analistas, o cenário mais admitido pelos analistas passa pela chamada "grande coligação", a formação de um Governo entre CDU e SPD, liderado pelo vencedor, que no caso seria Angela Merkel.
Mesmo assim, alguns blogs insistem, com uma ponta de regozijo, em fazer contas bipolarizadas.
Mas ainda falta uma semana para a votação. O eleitorado parece ter esquecido, repentinamente, o que foi a vida na RDA, qual é o actual estado da economia e os cinco milhões de desempregados. Até domingo, talvez a memória vire à direita, tão depressa como passou à esquerda.
É certo que tem muito de especulativo/opinativo e pouco de informativo, mas não deixa de ser verdade. O novo Partido da Esquerda alemão, qual Bloco, resulta duma união de diversas facções, entre elas os antigos comunistas da ex-RDA, e aparece na campanha representando aquela "energia alternativa" que tantos apoiantes reúne quando a classe política anda pelas ruas da amargura. Com a súbita inflexão do SPD, pode-se dar o caso de a antiga coligação de esquerda SPD/Verdes ser alargada aos novos radicais. Parece ser isso que a CDU (democratas cristãos) e os Liberais pretendem dizer aos eleitores. Porém, e segundo os analistas, o cenário mais admitido pelos analistas passa pela chamada "grande coligação", a formação de um Governo entre CDU e SPD, liderado pelo vencedor, que no caso seria Angela Merkel.
Mesmo assim, alguns blogs insistem, com uma ponta de regozijo, em fazer contas bipolarizadas.
Tiago Alves

malta com binóculos
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