sábado, setembro 17

A baixeza

As ondas de choque do debate de anteontem ainda se fazem sentir e Carrilho já anunciou que exige um pedido de desculpas a Carmona por ter utilizado "contra mim [Carrilho] uma calúnia, tendo perfeito conhecimento de que estava a dizer uma calúnia, mostrando uma enorme má-fé". Parece que o provérbio "quem não sente não é filho de boa gente", tão utilizado nesta blogoesfera para defender o desabafo final de Carmona foi escolhido pela candidatura socialista para defender a falta de educação de Carrilho.
Tal como eu havia dito ontem, já se fazem sentir os pontos perdidos por Carmona quando se rebaixou ao nível do seu adversário e lançou o tema da "casa de banho", ainda presente no imaginário comum mas já julgado e arquivado por quem de direito. Carrilho pode e vai aproveitar estas e outras situações (o caso das "negociatas") para desastar ao máximo o seu opositor recorrendo, como se tem visto, a todas as armas.
O perigo da matemática autárquica sente-se em cada esquina da capital. Muito boa gente, não votante cega, poderá começar a dirigir os seus votos para outros candidatos interessantes, destruindo todas as contas e cálculos, podendo contribuir para a vitória do sr. filósofo.
Tiago Alves

malta com binóculos

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