Guerra dos Mundos
Não pude deixar de rir quando vi o post acidental do Deus, assim como a sua "cópia" por parte do Francisco. No entanto, apesar desta vaga de fundo que, ao invés de apoiar o dr. Soares, insurge-se contra o regresso dda velha guarda, criticando os valores da nova geração por não se chegarem à frente, importa esclarecer que há alguns, como eu, que não desdenha de uma forma tão forte esta verdadeira guerra que poderá ser a eleição presidencial, apesar de todos os comentários e piadas.
Numa altura em que a nossa democracia pulula de crise em crise, com os últimos 3 governos a deixarem-nos um amargo na boca, não só pelas ilusões que criaram mas também pela forma como as destruíram. Pior que isso, qual bomba atómica, não se contentaram em estragar o seu tempo, contaminando também os anos seguintes, condicionando qualquer boa vontade de futuro. Por isso mesmo, e porque o tempo é de reflexão política e ideológica, o que de melhor para nos elucidar do que colocar frente a frente os dois expoentes máximos da ideologia não radical dos últimos tempos?
Dois pesos pesados que dispensam apresentações, capazes de mobilizar o maior barão e o mais basilar militante, de levar milhões às ruas e de fazer regressar a guerra ideológica, mais do que a pessoa ou o momento; mais do que situações avulsas, fazer os portugueses pensarem em termos basilares, em termos de princípios. Redescobri-los. Pensar um pouco nessa coisa estúpida que é a política, situarmo-nos dentro da quadratura do círculo, pois mais do que ideologias políticas estão convicções e modos de vida, planos de sociedade e visões de funcionamento e coabitação.
Por isso mesmo, contra a constante ascensão e queda de tantas promessas, talvez o combate entre estas pessoas que são exemplo para tantos possa fazer levantar todos os militantes e não militantes, aparelherar os partidos e todas as outras associações, recriar o Poder. Poder esse que, como em infelizes tempos, parece andar por ai à solta.
Numa altura em que a nossa democracia pulula de crise em crise, com os últimos 3 governos a deixarem-nos um amargo na boca, não só pelas ilusões que criaram mas também pela forma como as destruíram. Pior que isso, qual bomba atómica, não se contentaram em estragar o seu tempo, contaminando também os anos seguintes, condicionando qualquer boa vontade de futuro. Por isso mesmo, e porque o tempo é de reflexão política e ideológica, o que de melhor para nos elucidar do que colocar frente a frente os dois expoentes máximos da ideologia não radical dos últimos tempos?
Dois pesos pesados que dispensam apresentações, capazes de mobilizar o maior barão e o mais basilar militante, de levar milhões às ruas e de fazer regressar a guerra ideológica, mais do que a pessoa ou o momento; mais do que situações avulsas, fazer os portugueses pensarem em termos basilares, em termos de princípios. Redescobri-los. Pensar um pouco nessa coisa estúpida que é a política, situarmo-nos dentro da quadratura do círculo, pois mais do que ideologias políticas estão convicções e modos de vida, planos de sociedade e visões de funcionamento e coabitação.
Por isso mesmo, contra a constante ascensão e queda de tantas promessas, talvez o combate entre estas pessoas que são exemplo para tantos possa fazer levantar todos os militantes e não militantes, aparelherar os partidos e todas as outras associações, recriar o Poder. Poder esse que, como em infelizes tempos, parece andar por ai à solta.
JMF

malta com binóculos
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