Telescopiando
O princípio e o fim do Cavaquismo, por Rui Ramos, na Atlântico.
Uma retrospectiva notável, um exercício sobre os anos de poder e a eminente (ou não) derrocada de um dos maiores líderes que se conhecem. Talvez o mito afinal não seja assim tão mítico, mas o que é certo é que Cavaco levou Portugal mais acima do que, quem sabe, mais alguma vez alguém levará. Levou credibilidade às instituições, à economia, melhorou a vida de milhões, soube incutir capacidade de trabalho a muitos, soube mostrar que com trabalho, contra muitos (mais propriamente os 40% da esquerda) consegue-se fazer um país melhor.
Não foi um político, foi um trabalhador. Conseguiu imenso, muito devido ao contexto (os fundos, as políticas do anterior Bloco Central, a inércia socialista) e acabou por morrer devido ao contexto (ou a alguma falta de vontade, como escreve Rui Ramos), como as televisões privadas, esse grande poder que nasceu pela sua mão e que, desejoso de notoriedade, decidiu atacar quem parecia intocável.
Talvez Cavaco se candidate à presidência, ou talvez não, mas não deixa de ser sintomático que hoje, em muitos sítios, se suspire pelo seu regresso, se tenham de fechar inscrições por excesso de procura em colóquios onde participa, ou que consiga, em sondagens, mais pontos que outros quaisquer candidatos.
Uma retrospectiva notável, um exercício sobre os anos de poder e a eminente (ou não) derrocada de um dos maiores líderes que se conhecem. Talvez o mito afinal não seja assim tão mítico, mas o que é certo é que Cavaco levou Portugal mais acima do que, quem sabe, mais alguma vez alguém levará. Levou credibilidade às instituições, à economia, melhorou a vida de milhões, soube incutir capacidade de trabalho a muitos, soube mostrar que com trabalho, contra muitos (mais propriamente os 40% da esquerda) consegue-se fazer um país melhor.
Não foi um político, foi um trabalhador. Conseguiu imenso, muito devido ao contexto (os fundos, as políticas do anterior Bloco Central, a inércia socialista) e acabou por morrer devido ao contexto (ou a alguma falta de vontade, como escreve Rui Ramos), como as televisões privadas, esse grande poder que nasceu pela sua mão e que, desejoso de notoriedade, decidiu atacar quem parecia intocável.
Talvez Cavaco se candidate à presidência, ou talvez não, mas não deixa de ser sintomático que hoje, em muitos sítios, se suspire pelo seu regresso, se tenham de fechar inscrições por excesso de procura em colóquios onde participa, ou que consiga, em sondagens, mais pontos que outros quaisquer candidatos.
JMF

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