Mas porquê?
Sócrates afastou ontem a ideia de uma central nuclear em Portugal
Mas porquê? Neste momento, a energia nuclear já é provavelmente das mais seguras do Mundo. Há anos que não se ouvem falar de acidentes que provocam milhares de vítimas e comprometem gerações futuras. E as centrais continuam a funcionar, com uma eficiência avassaladora, sendo parte importante da produção energética de alguns países desenvolvidos, como a nossa vizinha Espanha.
O problema da energia nuclear foi começar a ser utilizada demasiado cedo, quando ainda não se tinham feito as necessárias pesquisas e ainda não havia suficientes técnicos conhecedores e especializados em todas as instáveis possibilidades de falha. Com o passar dos anos e casos como Chernobyl, a primeira reacção foi abandonar esta enorme possibilidade de largar os combustíveis fósseis, matando as centrais. Noutros sítios, felizmente, foi uma motivação para continuar a pesquisa de modo a tornar a produção nuclear uma alternativa válida para o novo século.
É por isso que, com o financiamente adequado, com uma boa equipa (e acredito que muita dessa equipa se possa arranjar nas Universidades ou centros nacionais) era muito interessante avançar para um projecto de instalação de uma central nuclear no país. Mais do que criar empregos, era uma aposta na independência energética. Muito melhor que um TGV...
Mas porquê? Neste momento, a energia nuclear já é provavelmente das mais seguras do Mundo. Há anos que não se ouvem falar de acidentes que provocam milhares de vítimas e comprometem gerações futuras. E as centrais continuam a funcionar, com uma eficiência avassaladora, sendo parte importante da produção energética de alguns países desenvolvidos, como a nossa vizinha Espanha.
O problema da energia nuclear foi começar a ser utilizada demasiado cedo, quando ainda não se tinham feito as necessárias pesquisas e ainda não havia suficientes técnicos conhecedores e especializados em todas as instáveis possibilidades de falha. Com o passar dos anos e casos como Chernobyl, a primeira reacção foi abandonar esta enorme possibilidade de largar os combustíveis fósseis, matando as centrais. Noutros sítios, felizmente, foi uma motivação para continuar a pesquisa de modo a tornar a produção nuclear uma alternativa válida para o novo século.
É por isso que, com o financiamente adequado, com uma boa equipa (e acredito que muita dessa equipa se possa arranjar nas Universidades ou centros nacionais) era muito interessante avançar para um projecto de instalação de uma central nuclear no país. Mais do que criar empregos, era uma aposta na independência energética. Muito melhor que um TGV...
Tiago Alves

malta com binóculos
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