quarta-feira, junho 29

O reflexo dos tempos

Já tinha lido no Diário Económico e tinha ficado escandalizado como era possível que, numa crucial decisão como a fixação das propinas, houvesse a possibilidade dos representantes dos alunos, apoiados por um qualquer funcionário, decidirem, contra a opinião dos representantes dos docentes e do próprio Presidente da Instituição (que zelam pelo bom funcionamento da sua casa), fixarem a propina mínima, ainda para mais numa Universidade dita científica, tal como é a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Muito bem fez o sr. Moura em retirar-se, pois é impensável assegurar o regular funcionamento da mesma com os 490 euros que os digníssimos estudantes, que exigem condições de acesso, ensino, saída..., resolveram fixar para eles próprios.

No Quinto dos Impérios acha-se a transcrição de um comentário de um escriba do Causa Nossa, com o sugestivo título de Que País este!, onde este se insurge contra esta prática democrática (foi de propósito), pedindo ao sr. Ministro que ponha mão na causa.

São por estas e por outras que o Poder não pode cair na rua.

JMF

malta com binóculos

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